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No mundo da manufatura industrial, “Zero Defeito” não é apenas um slogan; é uma exigência. Há anos, queda da pressão atmosférica A pressão diferencial tem sido o padrão para testes de vazamento devido ao seu baixo custo e simplicidade. No entanto, como indústrias como a automotiva, de HVAC e de dispositivos médicos exigem tolerâncias mais rigorosas, os testes com ar estão atingindo seus limites físicos.
Se sua linha de produção está enfrentando rejeições falsas devido a variações de temperatura ou microvazamentos não detectados, talvez seja hora de atualizar para um sistema de controle de temperatura mais eficiente. sistema de detecção de vazamento de hélio.
1. O limite da queda da pressão atmosférica
A medição da queda de pressão do ar funciona pressurizando uma peça e medindo a queda de pressão ao longo do tempo. Embora eficaz para vazamentos graves, apresenta dificuldades em casos mais complexos. microvazamentos (menor que $1 × 10^{-3}$ mbar·l/s).
Além disso, o ar é sensível. Uma ligeira alteração na temperatura ambiente ou na expansão de uma peça pode causar flutuações de pressão, levando a "falsas falhas" ou, pior, à aprovação de uma peça defeituosa.


2. Por que o hélio muda tudo
O hélio é a menor molécula de gás inerte adequada para testes industriais. Ao contrário do ar, ele não reage com as peças e não é afetado por variações de temperatura.
- Sensibilidade superior: Os sistemas de hélio podem detectar vazamentos tão pequenos quanto $1 × 10^{-12}$ mbar·l/s. Isso é crucial para peças que precisam manter gás ou vácuo por anos, como infladores de airbags ou compressores de refrigeração.
- Velocidade e precisão: Testes de hélio (especialmente o método da câmara de vácuo) é mais rápido e fornece um resultado determinístico. Ele te diz exatamente A quantidade de vazamento não se resume apenas à mudança de pressão.
3. Desmistificando o mito do custo
A maior hesitação dos fabricantes é o custo do gás hélio. No entanto, os sistemas modernos estão equipados com unidades de recuperação de hélioEsses sistemas capturam e reciclam até 98% do gás traçador usado durante os testes. Isso reduz drasticamente os custos operacionais, tornando os testes com hélio uma solução acessível para produção em larga escala.
Conclusão
A transição do ar para o hélio é um investimento na reputação da sua marca. Elimina as incertezas do controle de qualidade.
Perguntas frequentes: dúvidas comuns sobre a transição para o hélio
P1: É possível automatizar a detecção de vazamentos de hélio?
UM: Sim. Nossos sistemas são projetados para integração completa em linhas de produção automatizadas (testes em linha), garantindo que atendam ao seu tempo de ciclo de produção (takt time).
P2: O gás hélio é perigoso para meus funcionários?
UM: Não. O hélio é um gás inerte, não tóxico e não inflamável. É completamente seguro para uso em ambiente industrial.
Q3: Quão mais sensível é o teste com hélio em comparação com o teste com ar?
UM: O teste de hélio é normalmente De 1.000 a 10.000 vezes mais sensível do que a queda da pressão do ar, permitindo detectar vazamentos que os testes de ar não detectariam.